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Mostrando postagens de Outubro, 2016

Confusões futebolísticas

Bem… Você deve ter ouvido falar sobre o último Fla x Flu… O meu “face” não fala de outra coisa. Se é que o “face” fale. Mas pra você que talvez não viu, cabe uma explicação: no final daquele jogo houve um gol e segundo os “especialistas” havia 3 ou 4 jogadores do Fluminense impedidos. Assim, o árbitro (que não é juiz, é árbitro, ou seja, não julga, executa a lei)... Então o Sandro Meira Ricci, já conhecido por suas atuações desastrosas, acertou… É. Ele acertou o lance, que foi indicado pelo auxiliar (o famoso bandeirinha). Ambos indicaram que foi impedimento, invalidando, então, corretamente o gol que daria o empate ao Fluminense e deixaria o líder Palmeiras, ainda 3 pontos na frente deste campeonato mais embolado dos últimos anos. Qual não foi a surpresa, quando, pressionado por jogadores do Fluminense (e sem ouvir ninguém de fora) o árbitro resolveu mudar de ideia e validou o gol. Ou seja, não aguentou a pressão… Mas parece que ouvir “alguém de dentro não tem problema”... E parece não…

O cristão (de verdade) e a política

Você sabe quando foi que os “cristãos” começaram a ser chamados de “cristãos” e por quê? O livro de Atos dos Apóstolos, no capítulo 11.26 diz: “Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos.” Antes tinham sido os “do caminho”... Agora estava definido o nome que perduraria pelos séculos. Que tremularia em bandeiras e empossaria e destituiria reis… Que levaria pessoas a (impensáveis) guerras “em nome de Deus” (mas que Deus nunca pediu)... Mas também, um nome que, acima de tudo, traz a paz. O cristão, essencialmente é alguém que busca paz… Quando vai à guerra por iniciativa, não está agindo como cristão. E por que foram eles chamados de cristãos? Porque eles eram um grupo que se distinguia dos demais. Precisavam de um nome que os identificasse, assim como fazemos ainda hoje com pessoas que se comportam de uma mesma forma… São os “hippies” (esses já nem existem mais, ou estão por aí vendendo seus artesanatos…), são os emos, os “haters” (esse é be…