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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Culto "da Hora Luterana" e também culto da Reforma

      No último domingo, dia 28, aconteceu o primeiro culto da "Hora Luterana" na Congregação Castelo Forte, de Nova Venécia.
      A Hora Luterana é uma entidade missionária que existe desde 1917 e hoje alcança 50 países com suas mensagens cristãs para diversos temas, como depressão, solidão e muitos outros. Além do devocionário "5 Minutos com Jesus" que traz mensagens cristãs diárias. Estas mensagens também são transmitidas por internet e pelo rádio para muitas localidades do Brasil e do mundo.
      Além da Hora Luterana, há também o site vivenciar.net, para ajudar você a superar dificuldades como ansiedade, pornografia, medo, estresse e outros temas. Oferece também o curso "Quem é Jesus?", que te orientará e dará mais conhecimento sobre a pessoa do Filho de Deus, que veio para Salvar a humanidade e voltará para levar os salvos consigo, para a vida eterna.
      A Hora Luterana está comemorando 71 anos no Brasil e todas as congregações são convidadas a fazer os cultos da Hora Luterana e, na medida do possível, são incentivadas a enviar a oferta desse culto para o trabalho missionário encampado pela entidade. Foi o caso da Congregação Castelo Forte, que enviou integralmente os valores ofertados, para esta missão. Incentiva-se que todas as congregações façam pelo menos um desses cultos por ano. E, se possível, que enviem a oferta... Se não der, que façam igualmente o culto, orando por este trabalho tão importante que alcança hospitais e muitas outras entidades, auxiliando idosos, jovens, saudáveis ou enfermos, a estarem mais próximos do Conforto da Palavra de Jesus Cristo.
      Você quer também fazer parte deste grupo de pessoas que levam Jesus às pessoas, faça sua doação (clique aqui) da forma como for melhor. Você também pode se tornar um parceiro na evangelização, contribuindo mensalmente para esta obra. E ainda recebe por sua oferta, um conjunto de livros para que você também faça missão aí onde vive. Isso não é muito legal?
      Também neste domingo se comemorou os 501 anos da Reforma Luterana, agradecendo a Deus porque todas as vezes que tentaram ocultar a Palavra, o Senhor despertou servos fiéis e dedicados somente à verdade Bíblica, como foi Martinho Lutero.
      Foi a primeira vez que o culto foi transmitido ao vivo e foi um culto em que houve muita música, inserida diretamente nas partes da liturgia. Como foi a primeira vez, ainda tem muita coisa para melhorar, mas dá pra ter uma ideia de como foi o culto.


      Confira abaixo algumas fotos deste dia maravilhoso, que teve também um almoço comunitário após o culto. Outras fotos estão no instagram da fotógrafa Sara Hoffimann (@sara.h.fotos).

Pastor Jarbas Hoffimann

Grupo "Herdeiros do Trono", que embeleza todos os cultos da Castelo Forte com sua capacidade musical abençoada por Deus e a dedicação aos ensaios.

Crianças antes de irem para a Escola Bíblica, fazem sua oferta e oram, pedindo proteção a Deus. Neste dia oraram pedindo a bênção de Deus à Hora Luterana.



Célia e Jonas, na leitura dos Textos Bíblicos para o dia.

Pastor Fernando Huf, representando a Hora Luterana, foi o pregador do culto.







Pastor Fernando destacou: "Quando você acordar, na hora que vai lavar o rosto, lave, lembrando que você foi batizado e está em Cristo. Que a água do seu lavar o rosto te lembre da água do seu batismo e te mova a ter um dia sob Cristo."




Servas em Ação, na sobremesa do almoço. Mas muitas outras pessoas ajudaram para que tudo acontecesse tão maravilhosamente como aconteceu.

Antonella que veio com seus pais e sua irmã, para deixar nossa festa mais bonita ainda.

Isaac e seu filho Samuel, aproveitando este "dia na igreja", como pai e filho cristãos.

Alceu e Ademar, firmes na organização também.

Hora do almoço... Pastor também come.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Livre ou preso

Está passando no cinema “Mandela — luta pela liberdade", filme baseado no livro de memórias do carcereiro James Gregory que conviveu com Mandela por 20 anos. Conforme sinopse, o filme transcorre sob o ponto de vista do sargento James Gregory, que assume a direção da penitenciária onde se encontra o famoso detento. No começo, Gregory é extremamente racista, e está disposto a qualquer preço para que os brancos não percam o controle político do país. Aos poucos, porém, quanto mais ele tem contato com Mandela, mais começa a rever seus conceitos.
Não vi o filme, até porque foi lançado há duas semanas. Falo desta obra cinematográfica por três motivos. O carcereiro é o ator Joseph Fiennes, o mesmo que interpretou Martinho Lutero no filme “Lutero”. Amanhã é 31 de outubro — dia em que Lutero em 1517 condenou publicamente o comércio do perdão dos pecados e deu início a luta contra o “apartheid” da igreja. E há um paralelo entre o carcereiro Gregory e o teólogo Lutero. Quem conhece a história de Lutero, percebe a semelhança. Só que o preconceito deste monge agostiniano era contra ele mesmo. Tornou-se carcereiro de Deus ao ingressar no mosteiro para conseguir perdão dos pecados e paz de espírito. Confinado numa sela sob os votos da pobreza, castidade e obediência, confessou mais tarde que sentia ódio de Deus. Mas foi ali mesmo no convento, em contato íntimo com as Escrituras Sagradas, que conheceu o Deus misericordioso revelado na face de Cristo.
O termo “apartheid” significa "separação", nome dado a este regime político sul africano que durante décadas impôs a dominação dos brancos sobre os negros. A Bíblia diz que os nossos pecados nos separam de Deus (Isaías 59.2). Um “apartheid” espiritual que, graças a Deus, não existe mais. Ou como escreve Paulo:
“Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor” (Romanos 8.39).
Com o fim deste regime diabólico, o único carcereiro agora sou eu mesmo — na ignorância e na descrença. É o que lembra Jesus:
“Quem não crer será condenado” (Marcos 16.16).
Vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Mandela disse que
"não há caminho fácil para a liberdade”.
O apóstolo Paulo escreveu algo parecido — ele que também esteve na prisão. Disse que Cristo nos libertou para sermos realmente livres, e que assim devemos permanecer sem voltar à escravidão (Gálatas 5.1). Pensando em tudo isto, que a liberdade não vem de mão beijada, que o carcereiro sou eu mesmo, cabe agora decidir o que fazer com as chaves.
“Eu lhe dou as chaves do Reino dos Céus”,
lembra Jesus,
“o que você fechar na terra será fechado no céu, e o que você abrir na terra será aberto no céu” (Mateus 16.19).
No final, dependendo da decisão, estarei livre ou preso.

Marcos Schmidt
Pastor luterano
Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Comunidade São Paulo, Novo Hamburgo, RS
30 de outubro de 2008

Leitura Bíblica para a Quaresma 2026

Você sabe o que é a Quaresma? Muita gente acha que é o tempo de sofrimento e privação (jejum etc...) que começa depois do carnaval. Infelizm...