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Cansei de "ser desonesto"

     Não... Não enlouqueci.      Faz um tempão que estou incomodado com frases que ouço (e leio) repetidamente. E mesmo uma mentira, repe...

terça-feira, 24 de julho de 2018

Quem vou escolher?

     É o ano da indecisão. Alguns pré-candidatos para Presidente do Brasil não sabem o que fazer: “Vou ou não vou”. Um juiz e um apresentador de televisão já disseram: “Eu não”. Outro está preso e a incerteza está solta. Enquanto isto, a maioria dos eleitores não sabe em quem votar. Tanto que alguns já decidiram anular o voto diante da dúvida.
     É o começo da tragédia. Nestas horas surgem os espertos, incompetentes, desonestos. Um deles pode ser o nosso presidente, deputado, senador, governador. Aliás, esta gente má, que sabe o que fazer, vem liderando o País, dando as ordens, cuidando do nosso dinheiro, dirigindo a nossa vida (e também a nossa morte). Tudo porque não sabemos o que fazer.
     A convicção, no entanto, não garante boas escolhas. “Há caminhos que parecem certos, mas podem acabar levando para a morte” (Pv 14.12). Por isto o recado bíblico: “Quem tem juízo toma cuidado a fim de não se meter em dificuldade, mas o tolo é descuidado e age sem pensar” (Pv 14.16).
     Temos 75 dias para escolher o nosso futuro. Depois disto, eles terão quatro anos para escolher o nosso presente. Então, o que fazer? Primeiro, não misturar religião com política, isto traz muita confusão. Outra dica sábia quanto aos requisitos dos “sacerdotes” das coisas públicas pode estar nos predicados para os sacerdotes das coisas celestiais: “Deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada. Deve ter somente uma esposa, ser moderado, prudente e simples (...) Não pode ser chegado ao vinho, nem briguento, mas deve ser pacífico e calmo. Não deve amar o dinheiro. Deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito” (1Tm 3.2-4). Claro, só Cristo é perfeito, é nele e por ele que alguém recebe boas qualidades (Gl 3.27). Mas, certos atributos não podem faltar naqueles que decidem a nossa vida. Então, sejamos decididos e inteligentes.

Rev. Marcos Schmidt
pastor luterano
Novo Hamburgo

Card - próprio 4 (29/mai a 4/jun) - B

Card - próprio 12 (24 a 30/jul) - B

domingo, 22 de julho de 2018

Lutero, uma carta a seu filho Hans

Graça e paz em cristo, meu querido filhinho:

    Fico muito feliz em saber que você está estudando bastante e fazendo suas orações com fidelidade. Continue assim, querido filho, e quando eu voltar para casa, vou trazer um bonito presente para você.
    Eu conheço um lindo parque onde há muitas crianças. Elas usam casacos de ouro e colhem maçãs das árvores, e peras e cerejas e ameixas amarelas e vermelhas. Elas cantam e saltam e são muito felizes; elas também têm belos pôneis com selas de prata. Fui perguntar ao dono do parque quem eram essas crianças.
    Ele respondeu: “Estas são as crianças que gostavam de orar e estudar, e foram crianças piedosas.”
    E eu disse a ele: “Querido amigo, eu também tenho um filho. O nome dele é Hans Lutero; será que ele poderia vir aqui, comer destas belas frutas, andar nos pôneis tão lindos e brincar com as outras crianças?”
    O homem respondeu: “Se ele gosta de orar, estuda bastante e é um bom menino, ele pode vir ao parque também – Filipe e Jonas também. E quando todos eles chegarem aqui, também receberão flautas e alaúdes e tambores e todos os tipos de instrumentos; e também podem dançar e brincar com pequenos arcos.”
    Ele também me mostrou um lindo gramado no parque, preparado para dançar e com todos os instrumentos dos quais falei, pendurados por tudo que é lugar. Mais ainda era cedo de manhã, e as crianças ainda não haviam tomado café da manhã. Eu estava ansioso por que a dança começasse. Por isso, eu disse ao homem: “Prezado senhor, vou bem ligeiro escrever a respeito de tudo isso ao meu querido filho Hans e vou dizer para ele sempre ser um bom menino, sempre orar muito e estudar bastante, para que possa vir a este parque também. Mas ele tem sua tia Lena que ele vai querer trazer junto”.
    O homem respondeu: “Sim vá e escreva para que tudo isso se realize”.
Portanto, querido Hans, estude muito e sempre faça oração e diga a Filipe e Jonas que não esqueçam de orar e estudar também; então todos vocês poderão vir a este maravilhoso parque.
    Que o Deus todo-poderoso guarde você. Dê lembranças e um beijo á sua tia Lena por mim.

Ano 1530
Seu pai, que o amo muito, 
Martinho Lutero.

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Tem uma versão mais curta da carta, que segue abaixo, mas acredito que a escrita acima seja mais próxima da realidade.

    Graça e Paz em Cristo, meu querido filhinho. Eu me alegro que tu estudas bastante e és aplicado em tuas orações. Faça isto, meu filhinho e, quando eu chegar em casa, eu trarei uma moeda...
    Eu sei de um lindo e divertido jardim, ali entram muitas crianças, elas estão vestidas com roupas douradas e colhem maçãs, peras, cerejas, ameixas e pêssegos, elas cantam e correm e pulam de alegria, e lá tem pequenos cavalos com relhos de ouro e selim de prata.
    Então eu falei: Querido Senhor, eu também tenho um filho, ele se chama Hans Lutero, ele também poderia vir para esse jardim, onde tem essas lindas frutas e ele também poderia montar nesse lindo cavalinho e brincar com essas crianças?
    O homem falou: Ele gosta de orar, de estudar e crê, então ele pode vir para este jardim e seus amigos Felipe e Jonas também podem vir. E quando vierem, eles podem assobiar, tocar bateria, e há também um lugar preparado para dançar, pular e tudo o que eles gostam de fazer.
    Ah! Senhor, eu vou correndo escrever para meu filhinho para ele ser um praticante na oração e perseverante nos estudos e tenha fé... Por isto, meu filhinho Hans, estude, ore e seja abençoado por Deus, e diga também a Felipe e Jonas, para que eles também orem e estudem.
    Seja abençoado por Deus Todo-Poderoso e Ele te guarde. Dê um beijo aos de casa. 
Teu querido pai, 
Martinho Lutero

Card - Santíssima Trindade - B

sábado, 21 de julho de 2018

O melhor antídoto contra corrupção

      A melhor forma de combater a corrupção é democratizar o país. Sem dúvida muitos vão reagir afirmando que somos um país democrático. Infelizmente o Brasil não tem nenhuma tradição democrática e por isso nossa democracia é precária. Existem muitos vícios em nossas instituições.
      Para começar os partidos não são democráticos e precisam democratizar suas ações. As decisões não podem ser tomadas por uma cúpula do partido. As indicações dos candidatos precisam ser feitas por todos os filhados e não apenas pela direção do partido sem consultar as bases.
      O poder legislativo do país também está cheio de vícios permitindo que certos “caciques” possam manipular a ações e decisões da casa. A mesa da casa está muito acima do plenário. Os presidentes destes órgãos têm até poderes para engavetar pedidos de impeachment de presidente da República e ministros do STF sem consultar ninguém. Este tipo de ação não é nada democrático, mas um ranço forte de autoritarismo.
      O executivo é um poder, onde se governa para as elites e não para o povo. A governabilidade é com a caneta distribuindo valores com verbas públicas e nomeações de cargos em empresas públicas.
      No judiciário temos o STF, cujas indicações são políticas e estes ministros tomam suas decisões defendo os interesses daqueles que os indicaram, sem qualquer compromisso com as leis do país.
      Para um Brasil melhor é preciso lutar por mais democracia e fazer com os ocupantes públicos prestem contas à população que os elegeu.
Elmer Teodoro Jagnow
Pastor
Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Card - 7º Domingo de Páscoa - B

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Um amigo para nos tirar do cansaço

      Num grupo de estudo bíblico surgiu a conversa de que o pecado da atualidade nesse mundo marcado pela competitividade é o cansaço. As metas da indústria, do comércio, dos vendedores, dos planos de governo, dos programas das igrejas sempre precisam ser superadas e, se este objetivo é alcançado, elas serão maiores no mês seguinte. Acrescente-se a esta conta as canseiras de quem corre atrás de emprego sem conseguir vaga, dos conflitos familiares não resolvidos. Aí se tem uma pequena ideia da dimensão desse cansaço.
      Jesus deve ter levado em conta esse "pecado" ao dizer: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei” (Mt 11.28). Ele se apresenta como um amigo que nos tira desse cansaço ao assumir a nossa humanidade a ponto de pagar a conta com morte de cruz. O poeta Joseph Medlicott Scriven expressou a atitude desse amigo com essas palavras: “Cristo é verdadeiro amigo; disto provas nos mostrou, quando, para ter consigo os culpados, se humanou. Veio, com seu sangue puro, dos pecados nos lavar; paz na terra e, no futuro, vida eterna vai nos dar” (HL 293).
      Como se processa este alívio prometido por Jesus aos cansados de hoje?  Sem dúvida, a amizade é um canal interessante. Dizem que a amizade protege o coração, melhora as defesas do corpo, relaxa a parede das veias e artérias, ajuda a equilibrar a pressão arterial e fortalece a memória.  Imagina uma amizade fundamentada em Cristo! Ela faz a esperança ir muito além dos limites da terra. Cristo nos compromete com sua amizade a sermos verdadeiros amigos: “Chamo vocês de amigos, pois tenho dito a vocês tudo o que ouvi do meu Pai....O que eu mando a vocês é isto: amem uns aos outros” (Jo 15.16-17).
      Abençoado dia do amigo!
 Edgar Lemke
Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Card - 6º Domingo de Páscoa - B

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Card - Terça-Feira de Pentecostes - B

Card - Noite de Pentecostes - B

Card - Dia de Pentecostes - B

Card - Véspera de Pentecostes - B

Card - próprio 11 (17 a 23/jul) - B

Louvai o Criador! (1) [A onda vem a onda vai]

Letra: Nestor Welzel, 1994 (Gn 1.1; 1.31)
Música: Nestor Welzel, 1994

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:

A onda vem, a onda vai,
e sopra o vento, a chuva cai.
É linda a terra, é belo o mar.
O Criador vinde adorar!

1.
Louvai o Criador!
Fez ele tudo bem.
O homem só é predador,
e poluidor também.
A onda vem, a onda vai,
e sopra o vento, a chuva cai.
É linda a terra, é belo o mar.
O Criador vinde adorar!

2.
Louvai o Criador!
E vamos conservar
a natureza, com amor:
o ar, a terra, o mar.
A onda vem, a onda vai,
e sopra o vento, a chuva cai.
É linda a terra, é belo o mar.
O Criador vinde adorar!

3.
Louvai o Criador!
Queremos entender
a natureza e seu valor,
e a terra proteger.
A onda vem, a onda vai,
e sopra o vento, a chuva cai.
É linda a terra, é belo o mar.
O Criador vinde adorar!

Partitura autorizada pela Editora Concórdia

 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Cansei de "ser desonesto"


     Não... Não enlouqueci.
     Faz um tempão que estou incomodado com frases que ouço (e leio) repetidamente. E mesmo uma mentira, repetida muitas vezes, acaba por parecer verdade.
     Mas eu não enlouqueci.
     Outro dia, num "incidente", acabei por ver a primeira entrevista ao vivo do juiz Sérgio Moro (Faço um parêntese: acredito que nele, os cidadãos honestos, esperam que todos os outros juízes se espelhem e agilizem a justiça brasileira.)
     O Dr. Moro disse na entrevista, algo assim: “o brasileiro quer a honestidade, quer o bem. Nossa autoridades é que querem a corrupção.” Pessoalmente acredito que ele, ao fazer seu trabalho não faz mais que sua obrigação. O problema são aqueles que não fazem o que deveriam… Você sabe como é isso… Especialmente no seu ambiente de trabalho… Alguém “faz direito o que é pago para fazer” e os primeiros que se incomodam são os preguiçosos. Pois aquele que trabalha evidencia a preguiça dos “encostados”. Daí vêm os apelidos e “puxa-saco” é o melhor deles.
     Assim, eu NÃO. Não acho que eu (e você) seja desonesto nem me satisfaço ou nunca me satisfiz com a desonestidade.
     Sou daquelas pessoas que voltam para devolver o troco, mesmo que tenha sido maltratado pelo funcionário da loja, porque “é o certo a se fazer”. Sou e conheço muita gente que procura fazer o certo, porque pai e mãe, a partir da Palavra de Deus, ensinaram que é assim que se faz. Sem nem esperar se outros vão fazer. E não é grande coisa. É algo a se fazer porque é o certo. Simples assim.
     Muitas vezes querem reduzir a corrupção de nosso grandes bandidos de colarinho a algo como comprar um CD pirata. Isto também é errado. Assim como exceder o limite em estradas. O problema é alguém querer comparar a corrupção generalizada de nossos governos, com os crimes que o cidadão comete por vez ou outra.
     Repito: não deveria fazer. É errado.
     Sabemos que o nosso judiciário tem a tendência de prender o ladrão de galinha, que faminto, cometeu um crime, enquanto janta junto com seus bandidos de estimação.
     Então… Repito: me cansei de “ser desonesto”. Ou melhor: “me cansei de ser chamado de desonesto”, quando políticos usam o “todo brasileiro” é corrupto pra justificar sua própria corrupção. E mesmo que essa mentira fosse verdade, a autoridade, o líder, deveria dar o exemplo de honestidade, não o oposto.
     Ouço muitas vezes as pessoas dizendo: “Nossos políticos e demais autoridades são corruptas e desonestas porque o povo é desonesto.” Eu não sou. Você é? A maioria absoluta das pessoas que conheço e convivo também não são sistematicamente corruptas como a ampla maioria de nossas autoridades em todos os poderes.
     Diz-se assim: “o problema não é o político corrupto e sim o povo corrupto que o elege”. Em parte pode até ser verdade. Mas no todo é mais uma mentira de nossa multidão de autoridades corruptas, que querem te convencer de que você é corrupto também, então “não pode falar nada deles”... É igual o cara que fuma e não pode dar “lição de moral em quem não fuma”. Embora alguém que tenha fumado a vida toda e sinta hoje as consequências pra saúde, possa sim, orientar quem está começando no vício. Até com exemplo de seu pulmão falido. Ou alguém que perdeu a família por causa do vício (seja qual for) pode sim falar de sua desastrosa experiência e mostrar seus “calos”.
     Voltando: temos uma legião de corruptos comandando o Brasil (sem medo da justiça, porque mais de 45 mil têm “foro privilegiado”) em todos os níveis, mas temos muito mais gente honesta tentando ganhar a vida e chegando a pagar metade do ano em impostos, para “empreender”.
     Temos pais e mães servindo de bons exemplos a seus filhos, para que “sejam boas pessoas”. Mas somos chamados de tudo que é coisa ruim… E ainda temos que aguentar as pessoas dizendo que “o povo brasileiro” é corrupto. Eu não sou. Você é? Acho que não. E mesmo que fosse, não dá direito à “autoridade” de fazer o que quiser. A “autoridade” deveria ser exemplo. Servindo ao povo e não se servindo dele.
     Você não cansou de “ser desonesto”? Eu cansei. Não aceito mais o rótulo. Assim como não aceitei nunca a alcunha de “estuprador” (por causa da dita cultura do estupro), nunca aceitei que sou “machista”, só porque faço questão de tratar bem minha esposa e filhas e procuro fazer com que nada lhes falte, pois para isso Deus me chamou. Não aceito ser chamado de “genocida” porque entendo que o cidadão deve ter a liberdade de comprar ou não uma arma, é uma questão de direitos e liberdades individuais. Mesmo porque as "autoridades" estão protegidas em suas salas VIP e com seguranças armados e carros blindados pagos com o nosso dinheiro, pois dinheiro de imposto é dinheiro nosso, não "do governo". O governo administra e PESSIMAMENTE.
     Quem é esse governo corrupto pra achar que sabe alguma coisa? Mudam as leis para beneficiar seus bandidos de estimação (de todas as cores e partidos). Usam mulheres (e outros cadáveres de seu interesse) assassinados como “bandeira” política. Já outros usam o mesmo assassinato para mostrar que os inimigos “escolhem” seus corpos… Todos são iguais. Todos brigando hoje para ver quem será o dono da verdade amanhã. Porém a Bíblia já diz: “Maldito o homem que confia no homem… e aparta o seu coração do Senhor” (Jeremias 17.5)...
     Eu cansei “de ser desonesto”. Aliás, nunca fui, se não na boca desses que se dizem “irrepreensíveis”.

Jarbas Hoffimann, Rev.

Pastor Evangélico Luterano
Congregação Castelo Forte, Nova Venécia, ES

Onde estão os nove? (1ª)

Letra: Nestor Welzel, 1975 (Lc 17.11-19)
Baseado em "Wo sind die Neun?", de autor desconhecido
Música: Nestor Welzel, 1994
Cifras: Romildo Wrasse, 2000

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:

1.
Chega de longe, dorida, esta voz:
Mestre Jesus, tenha pena de nós!
Dez são curados, e todos se vão.
Um só voltou. Os demais, onde estão?
Um entre dez. Um entre dez.
Nove não voltam. Onde estarão?
Um entre dez. Um entre dez.
Muitos não voltam. Volte você!

2.
Um só voltou e deu glória ao bom Deus;
nove esqueceram a bênção dos céus.
Cristo então disse: Só este voltou?
Ergue-te e vai, tua fé te salvou!
Um entre dez. Um entre dez.
Nove não voltam. Onde estarão?
Um entre dez. Um entre dez.
Muitos não voltam. Volte você!

3.
Velhos e jovens, não é só rogar;
é das terrenas paixões se livrar,
é a pureza buscar junto à cruz,
é voltar logo e ficar com Jesus!
Um entre dez. Um entre dez.
Nove não voltam. Onde estarão?
Um entre dez. Um entre dez.
Muitos não voltam. Volte você!

4.
Vejo os ingratos no mundo aos milhões;
devo falar e dizer às nações:
Lembrem o estranho que a Deus deu louvor,
vamos com ele louvar o Senhor!
Um entre dez. Um entre dez.
Nove não voltam. Onde estarão?
Um entre dez. Um entre dez.
Muitos não voltam. Volte você!
Volte você!

Partitura autorizada pela Editora Concórdia

  

terça-feira, 17 de julho de 2018

O Caminho (1)

Letra: Nestor Welzel, 1978 (Jo 14.6)
Música: Nestor Welzel, 1978
Cifras: Valdo Weber, 1978

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida,
ninguém vem ao Pai se não por mim,
ninguém vem ao Pai se não por mim,
ninguém vem ao Pai se não por mim".

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida,
ninguém vem ao Pai se não por mim,
ninguém vem ao Pai se não por mim,
ninguém vem ao Pai se não por mim".

Partitura autorizada pela Editora Concórdia



Quando houver mid e pdf, estarão nesta página do site PastorJarbas: Palavra Candada

A taça é nossa

      Depois da Copa, o caminho da volta tem o mesmo destino tanto aos vitoriosos como aos perdedores. Pouco importa a taça do mundo. Claro, as glórias trazem satisfação, aumentam a auto-estima, aproximam o sucesso. Mas, isto tem sido o começo do fracasso de muita gente. Histórias não faltam de peitos estufados que sucumbiram com o peso das medalhas. É a velha lição que adverte contra o perigo da arrogância, vaidade, soberba. Aula que ninguém aprende com a teoria, só na prática.

      É disto que fala o sábio em Eclesiastes (7.2), que “É melhor ir a uma casa onde há luto do que ir a uma casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também vamos morrer. E os vivos nunca devem esquecer isso”. Lembrar a morte não significa viver atormentado. Ao contrário, a finitude terrena indica que “a morte está destruída, a vitória é completa” (1Co 15.54). E sabemos quem a venceu. Mas, ela avisa que a coroa dos aplausos não dura muito, e que existe um prêmio que permanece para sempre (1 Co 9.25).

      Por isto as palavras de Jesus: “Bem-aventurados os pobres de espírito pois o Reino dos Céus é deles” (Mt 5.3). Se a primeira bem-aventurança no caminho das doze no Sermão da Montanha é a humildade, e se a Bíblia tanto insiste que a primeira partida para se chegar à final é vencer a arrogância, então devemos levar a sério este adversário que tenta nos driblar a cada minuto no jogo do bem contra o mal. 

      Sem dúvida, quem mais ganhou não foi a França, mas as outras 31 seleções. E, se a grande crítica foi aos jogadores que se jogaram no chão para cavar falta, o escândalo é maior no assunto “campeonato da fé”. Invertem o caminho da humildade com falsas interpretações bíblicas, e enchem o coração dos “crentes” com o orgulho da prosperidade, riquezas e sucesso. Mas, e se esta taça não chegar? Irão aceitar que o poder de Deus é mais forte quando estamos fracos? (1Co 12.9).

Marcos Schmidt
pastor luterano
Novo Hamburgo, 17 de julho de 2018

Programa Acorde (Parte 1) Carlos Magrão


Estará em Nova Venécia, na Praça Adélio Lubiana
dia 10 de agosto, na feirinha.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Os Talentos (1) [Os três empregados]

Letra: Nestor Welzel, 1972 (Mt 25.14-30)
Música: Valdo Weber, 1997

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:

1.
De seu país um rico,
por tempo, se ausentou.
Mas antes da partida,
seus servos convocou.
Confiou-lhes bens rendosos,
deviam trabalhar,
e ao dono, em sua volta,
bom lucro apresentar.

2.
A um talentos cinco,
a outro dois cedeu,
mas ao terceiro servo
um só talento deu.
À prestação de contas,
na volta, os três chamou.
Louvou os dois primeiros,
ao outro reprovou.

3.
Quem teve um só talento,
sem juro o devolveu;
guardado numa cova,
de nada lhe valeu.
Os dois primeiros servos,
com lucro cada qual,
em dobro devolveram,
ao dono o capital.

4.
Lançando fora o indigno,
o dono lhe bradou:
- Ó servo negligente,
por que não trabalhou?
Aos homens dedicados,
maiores bens cedeu,
a cargos elevados,
com honra, os promoveu.

Partitura autorizada pela Editora Concórdia

domingo, 15 de julho de 2018

Os dois alicerces

Letra: Nestor Welzel, 1972 (Mt 7.24-27 e Lc 6.46-49)
Música: Valdo Weber, 1997
Arranjo: Romildo Wrasse, 2009

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:

1.
Homem sábio sua casa
sobre a rocha construiu.
Fortes chuvas se abateram
e tormentas com furor.
Mas a casa, bem firmada,
resistiu, e não tombou.
Mas a casa, bem firmada,
resistiu, e não tombou.

2.
Homem tolo sua casa
sobre areia construiu.
Fortes chuvas se abateram
e tormentas com furor.
Essa casa, mal segura,
com estrondo desabou.
Essa casa, mal segura,
com estrondo desabou.

3.
Toda gente que despreza
a palavra do Senhor,
é igual àquele tolo:
vê a casa desabar.
Mal firmada, sobre areia,
só ruína vai restar.
Mal firmada, sobre areia,
só ruína vai restar.

4.
Toda gente que confia
em Jesus, o Redentor,
é igual àquele sábio:
sobre a rocha firme está!
Sua casa é bem segura;
ela nunca tombará.
Sua casa é bem segura;
ela nunca tombará!

Partitura autorizada pela Editora Concórdia

 

sábado, 14 de julho de 2018

Entrega tudo a Deus (1)

Letra: Nestor Welzel, 1977 (Sl 37.5)
Música: Nestor Welzel, 1977
Cifras: Romildo Wrasse, 2000

[Mp3 e vídeos, assim que possível]

Letra:

1.
Entrega o teu caminho ao Senhor.
Confia nele.
O mais ele fará. O mais ele fará.

2.
Entrega o teu problema ao Senhor.
Confia nele.
O mais ele fará. O mais ele fará.

3.
Entrega a tua vida ao Senhor.
Confia nele.
O mais ele fará. O mais ele fará.

Partitura autorizada pela Editora Concórdia

 
Quando houver mid e pdf, estarão nesta página do site PastorJarbas: Palavra Candada

quinta-feira, 12 de julho de 2018

O Fiel Resgatador

     A rica e glamorosa Copa do Mundo precisou dividir a atenção com um outro time de futebol. Entre as notícias das badaladas seleções estava em destaque aquele time de garotos pobres e humildes que, acompanhados do técnico, acabaram ficaram presos dentro de uma caverna alagada na Tailândia. Os olhos do mundo estavam atentos ao trabalho de resgate. Mesmo que um socorrista tenha perdido a vida, todos os meninos e o técnico do time tailandês Wild Boards estão a salvo, recuperando fisicamente e psicologicamente daquela aventura que quase acabou em tragédia.
     Em um outro resgate bem dramático, ocorrido há muito tempo, alguém também precisou ir até as profundezas escuras. O resgatador foi até o fundo da caverna, a qual não era repleta de água, mas sim de culpas, dores e sofrimentos. O próprio resgatador tomou sobre si tudo o que pesava sobre os ombros dos que estavam presos na caverna da condenação. Como na Tailândia, o resgatador sentou ao lado dos que sofriam, cuidou de suas dores e fraquezas, trouxe-lhes vida, brilho, segurança e a promessa de que sairiam salvos daquela triste e escura caverna. Para que isto acontecesse, o resgatador entregou a sua vida em favor dos aprisionados. E é justamente por causa da vida do resgatador que todos estão salvos, em liberdade, vivendo fora daquela caverna. Eis que lhe pergunto: quem é o resgatador?
     Sim, o resgatador é Jesus. Mesmo sendo Deus, ele desceu ao nosso fundo da caverna, lá no ventre da Maria. Viveu entre a humanidade perdida, cuidou do sofrimento humano. Porém a pior parte ele mesmo, como fiel resgatador, realizou: pagou por todas as culpas, erros, pecados. Não a culpa de alguns, mas de toda a humanidade. Porém ele mesmo não ficou no fundo da caverna, no fundo do seu túmulo, mas foi ressuscitado, mostrando ser Deus dentro e fora da caverna. É exatamente isto que o clássico bíblico diz em João 3.16:
“Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna”.
     Então fica a dica: o resgatador libertou você. Ele continua resgatando, cuidando e levando vidas para fora desta caverna cheia de sofrimentos. O fiel resgatador garante uma vida plena, cheia de paz e cuidados, não mais no fundo da caverna, mas em liberdade plena. Tudo isto graças a Jesus, aquele que foi até o fundo do sofrimento humano para nos resgatar, para nos dar salvação.

Artigo escrito por
Pastor Bruno A. K. Serves
Congregação Evangélica Luterana Cristo
Candelária-RS

Sou de Jesus - DVD A LUZ


Estará em Nova Venécia, na Praça Adélio Lubiana
dia 10 de agosto, na feirinha.

Oração de Habacuque - baixo para ensaio


Aqui a partitura:

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Erguei as vozes jubilantes


Veja a partitura do musescore em www.pastorjarbas.blogspot.com.

Quando houver mid e pdf, estarão nesta página do site PastorJarbas: Palavra Candada

Limpe o Celular e o Coração!

Você já reparou que passamos boa parte do nosso dia acompanhados de nossos celulares? Eles estão sempre por perto, em nosso bolso, em nossa mesa de trabalho, em nossas mãos. Tudo começa de manhã cedo, com o alarme do despertador. Ao longo do dia lemos no smartphone nossos e-mails, notícias, vídeos e também acompanhamos as redes sociais. De fone de ouvido ouvimos nossas músicas ou rádio preferidas enquanto vamos ao trabalho ou à escola. E ao final de mais um dia dormimos acompanhados de nosso smartphone que, na manhã seguinte, nos despertará novamente.

Não nos damos conta de como nossos celulares, estes amigos inseparáveis dos tempos modernos, estão carregados de sujeiras e bactérias. Pesquisas recentes apontam para uma quantidade enorme de bactérias em nossos smartphones. Pasmem, mas provavelmente há mais bactérias em nossos celulares do que na sola do nosso sapato e na tampa do vaso sanitário! Que horror! E tudo isto invisível aos nossos olhos e tão presente em nosso dia a dia com o manuseio constante de nossos smartphones.

Nossos corações também carregam uma sujeira praticamente imperceptível aos nossos olhos. A Palavra de Deus, no livro de Jó, diz que “o sabão não pode lavar os meus pecados; o sabão mais forte não pode limpar o mal que cometi” (Jó 9.30). Infelizmente as culpas e erros fazem parte de nossas rotinas. E, se os olhos não podem ver tanta sujeira e culpa em nossos corações, a consciência é aquela que, por muitas vezes, nos acusa e nos faz lembrar de nossos erros. A certeza é de que culpas e pecados não resolvidos trazem sofrimento. Elas precisam ser limpas, perdoadas, aliviadas. Mas como?

É aí que o amor e a misericórdia de Deus entram em ação. A Palavra de Deus também diz que “se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda a maldade” (1 João 1.9). Deus ama pecadores. Ele tem grande amor por corações sujos, feridos, cheios de culpas. Ele ama tanto que enviou seu Filho Jesus para pagar por estas culpas. Jesus derramou seu sangue na cruz. Jesus foi ressuscitado, vivo está, e é Deus cheio de perdão. Este perdão é para você que, assim como eu, carrega no coração culpas, pecados e escolhas erradas. O perdão de Jesus restaura e possibilita viver, não mais na lama do pecado, mas na leveza de uma vida com Deus.

Então fica a dica: nossos smartphones precisam ser higienizados e limpos constantemente! Nossos corações precisam ser perdoados e limpos por Jesus. Afinal, “o sangue de Jesus nos limpa de todo o pecado!” (1 João 1.7).

Pastor Bruno A. Krüger Serves | CEL Cristo, Candelária-RS
Rádio Cristo para Todos | Folha de Candelária | Jornal Hora H Notícias

terça-feira, 3 de julho de 2018

O Semeador e a Colheita - 02


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Copa do Imundo

As palavras do ministro Luiz Roberto Barroso sobre um time de adversários contra o Brasil, “garantismo à brasileira é uma mistura de compadrio com omertà”, expressam a angústia quando um juiz nega um pênalti mesmo quando o árbitro de vídeo aplica a falta. “Garantismo” é um termo sobre os direitos do criminoso, mas que tem outro nome neste blá-blá-blá jurídico: impunidade. “Omertà” é o código de honra da máfia italiana que faz voto de silêncio e impede cooperar com a Justiça. Fica, portanto, a angústia verde-amarela: Quem vai levar a taça na Copa do Imundo?
A gente sabe, no assunto “retidão” ninguém ganha o jogo. “Todas as nossas justiças são como um trapo de imundice” (Is 64.6), acusa a Bíblia num tempo igual ao de hoje. Não é preciso árbitro de vídeo. Nossas palavras e ações, no primeiro e segundo tempo, são provas incontestáveis que todos cometemos faltas. Seria o fim da partida quando “Deus é um juiz justo” (Sl 7.11). No entanto, existe salvação nos acréscimos finais para mudar o placar: “Mas agora, pelo sacrifício de Cristo, Deus mostra que é justo. Assim ele é justo e aceita os que creem em Jesus” (Rm 3.26).
Esta boa notícia dos céus não apenas perdoa, mas também transforma. Por isto, aquele que crê na justiça divina também vive a justiça humana. Não foi o que aconteceu no tempo de Amós: “Vocês têm ódio daqueles que defendem a justiça e detestam as testemunhas que falam a verdade (...) Vocês maltratam as pessoas honestas, aceitam dinheiro para torcer a justiça” (Am 5.10-13). A Bíblia está cheia de histórias parecidas com a Lava-Jato e com toda a sujeira que vivemos. Ela não acoberta a corrupção do “povo de Deus”,  de reis, governantes, juízes, sacerdotes, time que deveria jogar limpo.
Neste mundo de falsidade, permanece a tarefa de apontar para Cristo, o justo. E seguir a recomendação: Sejam a luz do mundo.
 
Marcos Schmidt
pastor luterano

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Eu quero é paz. Que paz?

“E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.” (Filipenses 4.7)

Um dos livros que estou lendo, este da Hora Luterana, afirma:
“Algumas pessoas afirmam que quando um bebê está pronto para nascer, sente uma grande angústia... o momento de maior estresse... durante toda a sua vida... chegou a hora de sair desse lugar seguro. Sente-se muito angustiado. ... Sente medo, muito medo. Se o bebê soubesse que, do lado de fora desse seu mundo, o aguardam braços cheios de amor, que o receberão e lhe darão tudo o que há de melhor, tudo seria diferente.”
Mas e a morte? Ela também nos tira a paz.
O mesmo livro destaca:
“Nossa morte é similar ao nosso nascimento. Uma grande angústia nos invade no momento que ela chega. Sentimos medo porque não sabemos o que acontecerá. Mas, se soubéssemos que no outro mundo nos esperam braços cheios de amor... isso mudaria algo em nossa atitude?”

E aí entra a PAZ... Não qualquer uma. É aquela paz “que excede todo entendimento”. Pois como a razão humana pode entender alguém que está sofrendo, talvez à beira da própria morte ou da morte de alguém querido... E, mesmo assim, esta pessoa transmite paz e tranquilidade com quem se aproxima dela? Como entender? A razão não entende. A ciência não compreende e nunca compreenderá. Porque é maior do que ela. A PAZ que só quem acredita em Jesus possui.
Sim. Eu quero paz.
Mas muitos querem apenas paz consigo mesmo e não conseguem. Se não estão em Paz com Deus, nunca estarão em paz consigo. Pois sem a paz de Deus, caminhamos para a morte e a condenação eterna. E ninguém fica em paz com esta situação.
Se temos a Paz com Deus, porque Jesus vive em nós, aí teremos paz conosco e com os outros. Aprenderemos a relevar muitas situações... Aprenderemos a ser felizes, apenas por estar juntos... Seja vendo um filme velho ou andando na beira da estrada empoeirada... Ou mesmo nos melhores restaurantes. Quando a Paz é com Deus. Ela é completa. Jesus te oferece esta paz.

Ore: Misericordioso Senhor, Obrigado porque, mesmo em dificuldades, podemos ter a paz completa, pela fé em Jesus e pelo perdão dos pecados. Faze-nos estar em paz com todos. Amém.

O livro citado acima é "Quanto tudo acaba", da Hora Luterana

Ao poço de Jacó


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