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Mostrando postagens de 2016

(Re)pensando a Escola Bíblica Infantil

Encontrei o artigo na Internet e resolvi acrescentar alguns comentários. Ele trata de uma prática que nós luteranos temos tido já há alguns anos, que é retirar nossas crianças do culto para que tenham escola bíblica. Imagino que isso tenha acontecido conforme aumentou a dificuldade de os pais levarem seus filhos à escola bíblica em horário diverso do culto. Mas será que hoje não é mais fácil levar as crianças do que era antigamente? Meios de condução se popularizaram... Claro que em grandes centros, é geralmente um grande deslocamento. Mas será que mesmo ali não daria para tentar algo? A meu ver, estamos deseducando nossas crianças de irem e ficarem no culto. As mandamos para a Escola Bíblica e já dá pra sentir a inquietação no culto quando este momento demora um pouquinho a mais. Ou quando, por algum motivo, não terá Escola Bíblica junto com o culto. Daí, quando estão na confirmação, queremos que “milagrosamente” aprendam a ficar quietinhas e prestar atenção ao culto... Nesse momento…

Fidel morreu, não fique feliz

Neste título apenas citei um fato. Ponto. Fidel Castro morreu. Você também vai morrer. E, pasmem, eu também. Mas hoje em dia as pessoas só leem e escutam o que querem. Lembrem-se quando Jesus foi chamado para dar opinião sobre algumas pessoas que morreram num incidente. Está registrado em Lucas 13.1-5: “Naquela mesma ocasião algumas pessoas chegaram e começaram a comentar com Jesus como Pilatos havia mandado matar vários galileus, no momento em que eles ofereciam sacrifícios a Deus. Então Jesus disse: — Vocês pensam que, se aqueles galileus foram mortos desse jeito, isso quer dizer que eles pecaram mais do que os outros galileus? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que, se não se arrependerem dos seus pecados, todos vocês vão morrer como eles morreram. E lembrem daqueles dezoito, do bairro de Siloé, que foram mortos quando a torre caiu em cima deles. Vocês pensam que eles eram piores do que os outros que moravam em Jerusalém? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que, se não se arrependerem …

Confusões futebolísticas

Bem… Você deve ter ouvido falar sobre o último Fla x Flu… O meu “face” não fala de outra coisa. Se é que o “face” fale. Mas pra você que talvez não viu, cabe uma explicação: no final daquele jogo houve um gol e segundo os “especialistas” havia 3 ou 4 jogadores do Fluminense impedidos. Assim, o árbitro (que não é juiz, é árbitro, ou seja, não julga, executa a lei)... Então o Sandro Meira Ricci, já conhecido por suas atuações desastrosas, acertou… É. Ele acertou o lance, que foi indicado pelo auxiliar (o famoso bandeirinha). Ambos indicaram que foi impedimento, invalidando, então, corretamente o gol que daria o empate ao Fluminense e deixaria o líder Palmeiras, ainda 3 pontos na frente deste campeonato mais embolado dos últimos anos. Qual não foi a surpresa, quando, pressionado por jogadores do Fluminense (e sem ouvir ninguém de fora) o árbitro resolveu mudar de ideia e validou o gol. Ou seja, não aguentou a pressão… Mas parece que ouvir “alguém de dentro não tem problema”... E parece não…

O cristão (de verdade) e a política

Você sabe quando foi que os “cristãos” começaram a ser chamados de “cristãos” e por quê? O livro de Atos dos Apóstolos, no capítulo 11.26 diz: “Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos.” Antes tinham sido os “do caminho”... Agora estava definido o nome que perduraria pelos séculos. Que tremularia em bandeiras e empossaria e destituiria reis… Que levaria pessoas a (impensáveis) guerras “em nome de Deus” (mas que Deus nunca pediu)... Mas também, um nome que, acima de tudo, traz a paz. O cristão, essencialmente é alguém que busca paz… Quando vai à guerra por iniciativa, não está agindo como cristão. E por que foram eles chamados de cristãos? Porque eles eram um grupo que se distinguia dos demais. Precisavam de um nome que os identificasse, assim como fazemos ainda hoje com pessoas que se comportam de uma mesma forma… São os “hippies” (esses já nem existem mais, ou estão por aí vendendo seus artesanatos…), são os emos, os “haters” (esse é be…

"Hartmon" - não seja você um idiota

O Pokemon continua “top” nas discussões de mídias sociais… E o que mais me impressiona é a hipocrisia de tanta gente chamando os outros de idiota por causa de um joguinho. Hipocrisia sim. Pois a mesma atitude que condenam, fazem. Qual seja: em vez de sair à rua procurando monstrinhos e pokebolas, saem às ruas postando fofocas, maldades, futricas, vídeos pornográficos, fotos de acidentes e mortes… E com uma grande desvantagem aos caçadores de Pokemons: os caçadores fazem longas caminhadas, e no intervalo entre um monstro e outro, conversam, tiram fotos, aproveitam a cidade… Se você olhar em volta verá que nossa cidade está com mais jovens nas ruas do que de costume… Antes ficavam talvez nas mesmas redes sociais dos “odiadores de Pokemon GO”, enchendo sua cabeça apenas com as futricas que falei acima… Agora, caçam… E não tem problema nenhum nisso, desde que respeitem a propriedade e a individualidade dos outros… Desde que haja limites, como separar horários para fazer outras coisas, alé…

De cabeça baixa

Certa vez ouvi uma estorinha (sim, ainda há diferença entre história e estória) que ficou gravada em minha mente. Foi na igreja, mas não lembro mais o pastor que a contou… Faz “muuuuuuito” tempo. Mas lembro: “Certa vez, um andarilho, achou dinheiro no chão. Ficou muito feliz com isso, pois precisava daquele dinheiro. Dali em diante ele passou a andar sempre olhando atentamente para o chão… Por causa disso, muitas vezes quase foi atropelado. Outras vezes caiu por bater em postes. Ou deu esbarrões em pessoas que passavam. E no fim o que conseguiu foi um problema de coluna, alguns hematomas, vários botões e muito mais lixo encontrado nas sarjetas.” E agora? Com o Pokemon Go… Já há casos de acidentes, de assaltos, de tiros achando que os “caçadores de Pokemon” seriam bandidos e por aí vai. Antes já olhávamos cada vez menos ao redor e cada vez mais para a telinha… Ou as telinhas, pois quando não é a do celular, é a do computador ou da TV (esta, que já atrapalha as conversas familiares faz anos…

Ódio

As notícias sobre o ódio se multiplicam. A França parece ter se tornado num território preferido para os atentados de todos os tipos. Esforçam-se em dizer que não é culpa de nenhuma religião… Mas não consigo pensar assim. Especialmente porque o cristianismo extremo também já causou muitas mortes. Então, líderes raivosos manipulam os ensinamentos da religião, para conseguirem — pela espada — impor sua vontade particular. Não é uma missão amorosa… É uma guerra religiosa. Recentemente o Papa Francisco lembrou que “o mundo está em guerra”. Ressaltando não ser uma guerra religiosa, mas sim uma guerra entre pessoas que se julgam religiosos. Guerras assim já aconteceram muito a fora. Desde o século 12, na região da Irlanda do Norte, católicos e protestantes estiveram em guerra e apenas parte do motivo era religioso. Havia motivos políticos, econômicos… O Exército Republicano Irlandês (o IRA, católico, era pró-independência — ou seja, um movimento que queria separar-se da Inglaterra) enquanto o…

O nome da discórdia

Pois é… Mudaram o nome de uma praça bem no centro de Nova Venécia. E é época de eleição, então tudo vira polêmica… Quatro anos atrás foram árvores cortadas em diversos pontos da cidade… Passada a eleição… Acabou a polêmica das árvores. Mas a praça do Granito (devia se chamar “De Granito”, né!?) desde que foi construída não ficava tão bonita e tão bem cuidada… Fora abandonada depois de sua inauguração e o tempo se encarregou do resto… O tempo e a falta de educação de muitas pessoas… Tomara que não seja abandonada novamente. É bonito ver as famílias passeando e se divertindo ali. Sempre foi, desde a época em que havia o espelho d’água. Como é época política há reclamações de que a administração demorou muito para dar andamento à obra e só o fez agora por causa da proximidade das eleições… Pode ser… Pode ser também que não tenha dado tempo antes. A administração passada começou umas reformas e não conseguiu concluir. Talvez tenha faltado recurso, talvez tenha faltado planejamento, mas daqu…