quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Proclamação Luterana - 014

42.Parece claro que a realidade da fé cristã e a comunidade desta fé é transmitido pelo mesmo dinamismos. O nível da linguagem comum é a liturgia, a vida litúrgica corporativa da igreja. Aqui, os novos na fé são introduzidos não tanto pela instrução da igreja, mas mais pela introdução na linguagem sacramental e ações na vida da igreja. Assim como as crianças pequenas apreendem os caminhos da família por tal associação, assim o neófito, de qualquer idade, aprende esta cultura evangélica, católica pela associação da linguagem comum e a vida da igreja. O segundo campo é este kerygma (proclamação), a proclamação da palavra de Deus na constante afirmação da verdade de nossa vida em Cristo, que não é outra do que o evangelho em todos os seus artigos. Isto é pregação. O terceiro campo é a didachê (didática), o ensino normativo e instrução com respeito aos fatos bíblicos que estão por base e reforçam a proclamação do evangelho. Isto é a catequese! Em tal esquema, o papel do pregador inclui a ação de continuamente atuar da perspectiva histórica na proclamação do evangelho. Lutero considerou isto essencial para o púlpito. Isto é correto.

43. A terceira consideração de Lutero na pregação é combater o erro, especialmente o erro que é a cilada fácil para enganar o povo, a saber, o erro dentro das paredes da igreja. Hoje, somos levados a pensar que os grandes erros que afrontam nosso povo os erros comportamentais: da ética e da escolha moral na comunidade na qual vivemos. Na verdade, estes perigos estão ali. Mas os verdadeiros e grandes erros são aqueles que se escondem na igreja de Cristo, erros que enganam e distorcem seu ser, sua vida, seu ministério, sua tarefa. Estes erros – nos os chamamos de heresias – outros grandes erros que pisam nosso povo é o jogo legalizado, os cinemas pornográficos. A grande necessidade que temos em face de tais erros dentro da igreja é que deve ser compreendida pela visão da realidade da uma, santa, católica igreja na história. Daqui entendemos que a igreja sempre lutou com tais erros. Se julgarmos que eles não existem hoje, tal julgamento testifica de nossa cegueira, não das condições dentro das igrejas.