quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Concílio no Espírito Santo - 14


À tarde, às 13h40, o Rev. Avelino Vorpagel, tomou a palavra e fez algumas considerações quanto ao andamento do concílio. E logo delegou a palavra ao Rev. Geraldo Schüler, que trouxe o tema:

O pastor como líder no
relacionamento familiar
O palestrante lembrou que vivemos um momento complicado para as famílias, com novelas e o comportamento das pessoas da atualidade. E fez a apresentação, por meio de fotos, de sua família. Lembrou que é importante apresentar a família, pois ela é importante para nós e que nosso ministério depende em grande quantia da nossa família.

Introdução
O relacionamento familiar era perfeito no Paraíso. Havia comunhão perfeita dos seres humanos entre si e com o Criador. Isto era possível porque o ser humano fora criado à imagem e semelhança do Criador.
Deus é o grande interessado na comunicação com o ser humano. E por isso deu ao ser humano sua imagem. E nessa condição o ser humano:
·         Era Santo
·         Era Puro
·         Era Justo
·         Tinha pleno conhecimento de Deus
·         Era Perfeito
·         Era Imortal

Infelizmente isso não permaneceu assim (Gn 3.1-6).
O pecado rompeu a comunicação entre Deus e o ser humano. E o ser humano foi expulso da presença de Deus (Gn 3.8ss).
O pecado afastou o ser humano de Deus. Agora ele:
·         Era pecador
·         Era impuro
·         Era injusto
·         Era imperfeito
·         Era ignorante em relação a Deus
·         Era mortal (Ef 2.1-3)
O relacionamento familiar se tornou muito difícil (praticamente impossível!) depois que o pecado entrou no mundo (Gn 3). ... “fiquei com medo porque estava nu...” ... “A mulher que me deste ...!”
Os conflitos iniciaram ainda no jardim do Éden.

A promessa
“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência  e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15).
Esta promessa se cumpre na encarnação e obra de Jesus Cristo.
Deus promete e envia, o Messias, o Salvador, para restaurar o que o pecado havia quebrado. Em Jesus a comunhão novamente é restaurada. Na fé em Jesus e sua obra, o ser humano pode novamente viver em comunhão com o seu Criador e com o seu semelhante, também com a sua família, embora de forma imperfeita.

Em Jesus Cristo é reestabelecido o campo comum entre Deus e os homens. Nosso campo comum agora é Jesus Cristo.
E o apóstolo Paulo: “...mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios” 1Co 1.23.