quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Concílio no Espírito Santo - 17



5.    
Armadilhas cheque especial, cartão de crédito, financiamentos.
a.    Cheque especial, financiamentos, compras no crediário e cartão de crédito.
b.    Todo o cuidado é pouco quando recebemos ofertas de cartões de credito sem anuidade, cheque especial com “x” dias sem juros, compras a prazo sem juros, etc. Nada contra o uso do cartão de credito, e sim do uso do financiamento das compras, ou seja, a recomendação de quem usa cartão de crédito pague sempre a fatura no vencimento, sem usar os parcelamentos do cartão.
c.    Nas compras a prazo sempre há um encargo financeiro embutido, direto ou indireto, vale a pena pesquisar e não comprar no impulso.
d.    Outro cuidado que se deve ter é em relação às compras no crediário, devem ser bem avaliadas, pois algumas podem custar o dobro do valor pago a vista.

6.    Administração das dividas;
a.    Aí esta uma situação de que ninguém se sente confortável, mas, que ocorre muitas vezes sem que seja prevista, as compras por impulso, gastos emergenciais, etc.
b.    Como não se podem fugir simplesmente das dividas, devemos sim saber o quanto devemos, para quem, datas dos vencimentos, e ainda os encargos financeiros incidentes.
c.    E, em sendo muito altos os encargos, pesquisar outras formas de financiar os débitos, com taxas de juros menores.
d.    Identifique suas dívidas mais caras, aquelas que cobram maiores juros, e esforce-se para pagá-las primeiro.
e.    Ofereça uma proposta de pagamento para o credor.
f.     Proponha um desconto para sua dívida.
g.    Se não puder pagar à vista, parcele o saldo, desde que ele comprometa até 15% da sua renda.
h.    Insista na negociação. Não aceite um “não pode ser assim.
i.      Só faça uma dívida para pagar outra se a segunda cobrar juros menores.
j.      Coloque prazos para liquidar a dívida.
k.    Organize seus gastos em uma planilha. Isso ajuda a visualizar o tamanho do estrago.
l.      Pare de usar cartão e cheque. Só gaste o dinheiro que você tem.
m.  Redobre a atenção aos pequenos gastos.
n.    Tomar dinheiro emprestado ou depositar na poupança, comparativo
               i.          Vamos ver abaixo um pequeno exemplo da diferença entre fazer um empréstimo ou poupar, com um valor de R$ 1.000,00 por 24 meses, com juros compostos, ou seja juros sobre juros, considerando uma taxa de juros normais 2,5% a.m., taxa de juros do cheque especial, 8% a.m. e da caderneta de poupança ,0,8% a.m.
             ii.          Empréstimo normal passa de R$ 1.000,00 para R$1.808,73
           iii.          Cheque especial                     R$ 1.000,00         R$6.341,18
           iv.          Poupança                                R$ 1.000,00         R$1.210,75
             v.          Como vemos acima é grande a diferença entre aplicar e tomar emprestado, ou seja, alguém esta ganhando bastante, e alguém esta pagando o mesmo valor, mas nem por isso devemos deixar de formar nossa poupança pessoal.